- Oferta clara, sem promessas ambíguas. Comunicação comercial objetiva e compatível com a entrega real. Divergência entre o prometido e o entregue é motivo de contestação.
- Facilite o reconhecimento da compra. Oriente o cliente sobre como a cobrança vai aparecer na fatura — não reconhecer a cobrança é o motivo nº 1.
- Suporte rápido e eficiente. Quando o cliente não consegue resolver com você, a tendência de acionar o banco aumenta. O canal que ele enxerga é o WhatsApp e o e-mail do cadastro do produto — veja Onde o meu cliente vê o meu contato?.
- Reembolso com agilidade. Trate os pedidos assim que eles entram em Pedidos de reembolso: resolver a insatisfação por reembolso é sempre mais saudável do que deixá-la virar chargeback.
- Bom onboarding. Alinhar expectativa e orientar sobre acesso, entrega e suporte logo depois da compra reduz conflito.
- Monitoramento frequente. Acompanhe vendas, reembolsos e chargebacks no bloco Riscos em 30 dias, na tela de Vendas — desvio identificado cedo ainda é corrigível.
- Medidas antifraude. A Compra Garantida (3DS), ativada na oferta, faz o cliente confirmar a compra no banco: uma transação validada assim não sustenta contestação por fraude. O passo a mais derruba a conversão em volume, então ela vale em high ticket e venda um a um.
Chargeback
Como eu reduzo a minha taxa de chargeback?
Só por prevenção — sete medidas que atacam os motivos que dependem de você
Só por prevenção: como não existe reversão, o que reduz a taxa é o que evita o chargeback antes de
ele existir. São sete medidas, e a maioria não é sobre pagamento — é sobre operação.